Cinder

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Título: Cinder (As Crônicas Lunares #1)
Autor: Marissa Meyer
Editora: Rocco
Páginas: 448
Onde Comprar: Saraiva | Amazon | Submarino | Americanas
Nota: 4 estrelas

Sinopse:

Seres humanos e androides lotam as ruas barulhentas de New Beijing. Uma praga mortal assola a população. Do espaço, um povo lunar implacável assiste, esperando para fazer seu movimento. Ninguém sabe que o destino da Terra depende de uma garota.
Cinder, uma mecânico talentosa, é um cyborg. Ela é um cidadã de segunda classe com um passado misterioso, maltratada por sua madrasta e culpada pela doença da irmã. Mas quando sua vida se entrelaça com o belo príncipe Kai, de repente ela se encontra no centro de uma luta intergaláctica, e uma atração proibida. Preso entre dever e liberdade, lealdade e traição, ela deve descobrir segredos sobre seu passado, a fim de proteger o futuro de seu mundo.

Eu estava ansiosa para conhecer esta história, porém eu iniciei a leitura sem muitas expectativas. Para a minha surpresa, o enredo conseguiu chamar a minha atenção logo nos primeiros capítulos ao introduzir uma doença misteriosa; a letumose.

Esta é a minha primeira experiência com um livro sobre ciborgues e adorei.
Eu esperava algo totalmente diferente do que li. “Cinder” não é um simples reconto de Cinderela. É uma história bem elaborada, cheio de elementos futurísticos, personagens bem detalhados com um papel importante na vida de Cinder, possui um contexto cativante e um ritmo excelente com a mudança de narração entre Cinder e o príncipe Kai.
A protagonista é muito bem construída. Ela é engraçada, complexa, usa ironia para se proteger, e apesar de ser uma ciborgue, Cinder demonstra ter mais sentimentos que os humanos ao seu redor.

– Falando em cirurgia nos olhos, você sabe que não tem dutos lacrimais?
– O quê? É mesmo? E eu pensei que era apenas insensível.

Eu gostei de vários aspectos, e outros me deixaram intrigada. Desde o começo, o leitor consegue pegar algumas pistas, o que acaba tornando a história muitas vezes previsível.
As mudanças que a escritora fez em Levana, na minha opinião, tirou parte da ação que o enredo poderia ter. A lunar, definitivamente, não é a vilã que eu esperava. Adri, contudo, ocupa perfeitamente bem este papel.

Por fim, a história começa falando sobre a doença que já matou diversas pessoas, e o assunto é tratado em boa parte do livro. E do nada, se encerra sem conclusão.
O último capítulo não me deixou curiosa para saber, de imediato, o que acontece em seguida, porém creio que Scarlet vai ser ainda melhor que Cinder. Estou ansiosa para saber se a história vai continuar de onde parou, ou se a sequência vai ser focada em outro conto.


Synopsis:

Humans and androids crowd the raucous streets of New Beijing. A deadly plague ravages the population. From space, a ruthless lunar people watch, waiting to make their move. No one knows that Earth’s fate hinges on one girl.
Cinder, a gifted mechanic, is a cyborg. She’s a second-class citizen with a mysterious past, reviled by her stepmother and blamed for her stepsister’s illness. But when her life becomes intertwined with the handsome Prince Kai’s, she suddenly finds herself at the center of an intergalactic struggle, and a forbidden attraction. Caught between duty and freedom, loyalty and betrayal, she must uncover secrets about her past in order to protect her world’s future.

I was excited to know this story, but I started reading without expectations. To my surprise, the plot caught my attention in the first few chapters when introduced a mysterious disease; the letumose.

This is my first experience with a book about cyborgs and I loved.
I expected something totally different from what I’ve read. “Cinder” is not a simple retelling of Cinderella. It is a well-crafted story, full of futuristic elements and detailed characters with an important role in the life of Cinder, a captivating context and an excellent pace with changing narration between Cinder and Prince Kai.
The protagonist is very well built. She’s funny, complex, uses irony to protect herself, and despite being a cyborg, Cinder demonstrates more feelings than the humans around her.

Speaking of eye surgery, do you realize you’re missing tear ducts?
What? Really? And I thought I was just emotionally withdrawn.

I liked of many aspects and others leave me intrigued. From the beginning, the reader can pick up some clues, which ultimately makes the story predictable sometimes.
The changes that the writer did in Levana’s story, in my opinion, took part of the action that the plot could have. The lunar is definitely not the villain I expected. Adri, however, takes up quite well this paper.

Finally, the story begins talking about the disease that has killed several people, and the subject is treated almost in the whole book. And out of nowhere ends inconclusively.
The last chapter didn’t left me curious to know, instantly, what happens next, but I believe that Scarlet will be even better than Cinder. I am excited to know whether the story will continue where left off or if the sequence will be focused on another story.

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11 comentários sobre “Cinder

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